Viagem

Página reúne relatos e experiências para encorajar mulheres a viajarem sozinhas

Em fevereiro de 2016, Maria José Coni, de 22 anos, e Marina Menegazzo, de 21, realizavam o sonho de sair de Mendoza, na Argentina, com uma mochila nas costas para conhecer a América do Sul. As meninas acabaram assassinadas no Equador e a imprensa tratou o caso da pior maneira possível.

De acordo com as chamadas na mídia, não bastava que as mulheres estivessem na companhia uma da outra, como não estavam acompanhadas de um homem as manchetes foram algo como: “amigas que viajam sozinhas são assassinadas no Equador”.

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Chocada com o caso e com as hipóteses construídas pela imprensa – que arranjou mil maneiras de culpar as vítimas pela própria morte – a historiadora Thais Carneiro, assim como todas as mulheres, sentiu que aquele fato era algo que poderia ter acontecido com ela. No entanto, ao invés de se amedrontar, ela decidiu encorajar mulheres a viajar e criou a página “Mulheres Viajantes

No site, ela reúne relatos de mulheres amigas que viajam o mundo e o Brasil sozinhas e mostra como elas se relacionam com o viajar só e como se sentem em meio ao burburinho de outras culturas e possibilidades de assédio.

* Imagens: Reprodução




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