História Nômade

História Nômade: porque viajar era a única opção possível

Como nosso objetivo é inspirar, aqui no Nômades Digitais abrimos espaço também para ouvir histórias de pessoas que correram atrás dos seus sonhos. A história de hoje é a do casal Carol e Ivan. Vale a pena ler.

Há muitas maneiras de encarar a vida e olhar o mundo. E algo nos dizia que nosso caminho era atravessar, cruzar, fugir e viver muitas realidades que levam a nós todos para uma mesma condição, a de seres humanos.

A verdade é que a nossa rotina, cheia de limites convencionais, nos sufocava e tapava as emoções que afloravam e gritavam por um sentido mais humano para tudo isso. E foi assim que o gosto, a necessidade e a busca por viajar foram nascendo naturalmente dentro da gente.

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Ushuaia – Canal Beagle, Argentina

Uma decisão dura, mas confiante. Uma mudança para uns vista como louca, para outros vista como corajosa. Mas, sei lá, para nós foi a escolha de um caminho. Um caminho com todas as suas alegrias e tristezas, altos e baixos. Hora de vivê-lo!

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“Porque o importante é aproveitar a vida

Uma das coisas mais interessantes e loucas foi quando nos demos conta de que nossos medos e motivações caminhavam lado a lado, projetando-se do mesmo ponto de partida e, olhando de pertinho, dava até para dizer que eram as mesmas coisas.

O “desconhecido”, o “novo”, o “inexplorado”, os lugares, as estradas, as pessoas, a grana… tudo isso era o nosso frio na barriga, nosso medo e, muitas vezes, até o nosso pânico. As perguntas todas vinham, e sempre virão, quando paramos para pensar nessas coisas e fazem com que os questionamentos aumentem, ou, simplesmente, desapareçam.

Pôr do sol do pacífico. San Lorenzo, Equador_reduzida2
Pôr do sol do pacífico. San Lorenzo, Equador

Porém, o mais incrível de tudo isso é parar pra entender que essa insegurança e incerteza caminham lado a lado com a liberdade e com o excitante e são, justamente, a faísca que dá vida a toda essa emoção de viver a mudança e todas as suas experiências. Um paradoxo que gera o movimento de tudo.

Queríamos perceber o mundo e suas diversas formas de vida, de relações e vibrações. Colocamos o pé na estrada! Decidimos que, nada melhor e mais justo, no nosso ponto de vista, do que começar pelos nossos vizinhos. E, por isso, nos preparamos para desbravar o continente sul-americano.

No deserto de sal_reduzida2

Deserto do Sal, Bolívia

Imediatamente as experiências, das mais maravilhosas aos perrengues mais duros, começaram a nos mostrar e ensinar. Os choques culturais, as lições de um inverno congelante ou de um vulcão no topo do mundo, os contos de um caminhoneiro solitário ou de um pastor de ovelhas, nos mostravam, a cada passo, a batalha que todos lutam por mais um dia feliz de vida. E isso nos torna humanos! É incrível… Tem tanta coisa pra ver!

Ser um viajante, um mochileiro, é estar pré-disposto a descobrir essas coisas novas, abrir-se ao mundo para compreender melhor a si mesmo. É sentir-se vivo todo o tempo. Cuidar de si mesmo e de tudo e todos à sua volta para aproveitar todas as experiências e lutar para esse “mais um dia de vida feliz”.

Marca registrada 4Pies na Ilha do Sol, Bolívia_reduzida2
Ilha do Sol, Bolívia

Até agora, foram lugares incríveis e distintos pelos quais passamos, dentre desertos gelados e pegando fogo, vulcões secos e vales verdes, rios, oceanos, lagos sem fundo e ilhas flutuantes… Cada lugar com sua cultura, sua peculiaridade, sua vida. As expressões da natureza e das pessoas em cada lugarzinho trazem uma infinidade de histórias e de muitos porquês.

Marca registrada 4Pies, em Bariloche - Cerro Campanário_reduzida2Cerro Campanário, em San Carlos de Barriloche, Argentina

Todos os dias, todos esses meses, fomos treinando o nosso feeling, escutando os nossos corações e encontrando o nosso caminho para seguir em frente. Muito trabalho (do que der pra trabalhar, mesmo!), paciência e atenção são coisas fundamentais pra quem tá na estrada e quer seguir viajando.

E antes de sair, a ideia foi: por que não compartilhar a nossa experiência pelo nosso continente com os companheiros que sonham e querem colocar o pé na estrada?! Esse acesso à informação hoje em dia é algo poderoso para motivar e ajudar todo mundo que coloca sua intenção em realizar sua jornada. Bora fazer isso!

Marca registrada 4 Pies no Glaciar Perito Moreno, Argentina_reduzida2

Glaciar Perito Moreno, Argentina

E pensando, a resposta foi simples – 4Pies: pela América do Sul! Nossos quatro pezinhos, demarcando o nosso continente. Criamos nosso projeto inicial que pré-estimava um ano e meio pela América do Sul, mas na estrada tudo pode acontecer e as coisas podem mudar… como dissemos – Tem tanta coisa pra ver!

O-paraíso-da-Ilha-Barú_reduzida2Ilha Barú, Colômbia

No-Parque-Nacional-Tayrona.-Nosso-ponto-mais-alto-no-continente-sul-americano_reduzida2
Parque Nacional Tayrona (nosso ponto mais alto na América do Sul), Colômbia

No morro de Montañita, Equador_reduzida2
No morro de Montañita, Equador

Ano Novo, vida nova. O melhor é queimar os problemas. Essa é a tradição aqui no Equador._reduzida2
Ano Novo, vida nova. O melhor é queimar os problemas. Essa é a tradição no Equador

E agora, depois de mais de onze meses de viagem, seis países e mais de sessenta e cinco cidades e muita história pra contar… é hora de começar a voltar pra casa! Queremos entrar no Brasil pelo norte, pelo Rio Amazonas, e daí começar a descobrir a nossa terra e a nossa gente!

“O viajante é um aventureiro de sua própria existência” – 4Pies.

Certamente, um bom lugar para ler um livro e relaxar a alma e espírito_reduzida2

Carol e Ivan sempre são acompanhados de grandes amigos nas estrada_reduzida2

Encruzilhadas_reduzida2

No hostel Jovita, Equador. Onde passamos a maior parte do verão_reduzida2

Você também pode acompanhar a aventura desse casal aventureiro no Facebook.

Assinatura_4Pies

faixa-nomades

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