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Esses 10 países estão precisando de mais imigrantes – e de que eles façam filhos

Campanhas bizarras, datas específicas como o Dia Oficial da Concepção e até incentivos em dinheiro. Conheça aqui algumas manobras de governos para aumentar a taxa de natalidade em seus países:

1. Dinamarca

O pequeno país nórdico tem uma taxa de fertilidade tão baixa (cerca de 1.73 crianças por mulher) que o slogan por lá é “se você não vai ter um filho pela sua própria família, ao menos faça isso pela Dinamarca“.

2. Rússia

A Rússia experimenta uma turbulenta redução demográfica. A tal ponto que em 2007, declarou o dia 12 de setembro como o Dia Oficial da Concepção. Nesse data, as pessoas têm folga para fazer sexo e, quem sabe, bebês. E mulheres que dão a luz exatamente nove meses depois ganham uma geladeira.

3. Japão

Desde 1975, a taxa de fertilidade do Japão está abaixo da de substituição. Ou seja, há mais mortes do que nascimentos. E para tentar inverter a situação, um grupo de estudantes da Universidade de Tsukuba criou, em 2010, o Yotaro, um bebê robô que dá aos casais uma prévia da paternidade e os incentiva a terem filhos de verdade.

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Foto © Katsuhito Nojiri / Flickr

4. Romênia

Sim, aqui, a taxa de fertilidade está bem abaixo da de substituição: 1,31 crianças por mulher.

5. Singapura

O país tem a menor taxa de fertilidade do mundo, apenas 0,81 crianças por mulher. E, a cada ano, o governo gasta cerca de $ 1.6 bilhões em programas que incentivam a população a fazer mais sexo.

6. Coreia do Sul

Na terceira quarta feira de cada mês, os escritórios sul-coreanos apagam suas luzes às 7 horas da noite. A data é conhecida como o Dia da Família. Com uma taxa de natalidade baixa (apenas 1.25 crianças por mulher), o país se esforça para promover a vida em família e até oferece dinheiro para quem tiver mais de um filho.

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7. Índia

O problema aqui é numa comunidade específica, a de Parsis, que passou de cerca de 114 mil pessoas em 1941 para apenas 61 mil em 2001. A diminuição da população gerou vários anúncios provocativos em 2014, como o “Seja responsável – não use preservativo hoje à noite“, ou, para os homens que moravam na casa dos pais: “Não é hora de romper com a sua mãe?“. E parece que o negócio funcionou, pois após a última medida, a população inchou para 69 mil.

8. Itália

Com uma taxa de natalidade bem abaixo da do resto da Europa (1,43 para 1,58), o país realizou campanhas para encorajar seus cidadãos a terem mais crianças, porém, sem sucesso.

9. Hong Kong

A estatística aqui também é grave: com 1,18 bebês por mulher, Hong Kong está perdendo mão de obra jovem para trabalhar, o que consequentemente reduziu seu crescimento econômico. E, enquanto isso, a população idosa não pára de crescer.

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10. Espanha

Enquanto as taxas de natalidade diminuem na Espanha, o desemprego aumenta: cerca da metade dos jovens espanhóis está sem trabalho. É a segunda maior taxa de desemprego da Europa, depois da Grécia. Para reverter as duas estatísticas, a comissária Edelmira Barreia foi contratada pelo país em janeiro de 2017.

Foto topo © dragon jeremiah / Flickr

Outras fotos: Pixabay, Public Domain Pictures e Wiki Commons




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