Empreendedorismo

Artista usa papel e muito talento para retratar o passado difícil do Camboja

Hoje convertido em destino turístico, o passado do Camboja mostra que a vida no local nem sempre foi tão simples. Alguns resquícios desse passado são possíveis de reconhecer no texto da Leticia Mello, que passou alguns meses trabalhando como voluntária no país e conta aqui, no nosso quadro Brasileiros Viajantes, um pouco do que encontrou por lá. Mas uma série do artista cambojano Remissa Mak sobre a guerra que assolou o país entre os anos de 1975 e 1979 promete fazer você entender melhor a história da região.

Tudo começou quando o exército do Khmer Rouge tomou as ruas da capital Phnom Penh. Na época, o artista era apenas uma criança, mas acompanhou de perto os horrores do tumultuoso período político no país que levou à morte de seu pai. Essas lembranças são retratadas com recortes de papel e muita fumaça em sua série Left 3 Days (“Faltam 3 dias”, em tradução livre).

Sobre a série, ele conta: “Como outros cambojanos, alguns dos membros da minha família morreram por causa do assassinato, fome, trabalho forçado e tortura durante o regime do Khmer Rouge” e acrescenta que não deixar que o episódio caia no esquecimento é uma maneira de evitar que situações como essa voltem a ocorrer no país.

Mas, apesar do passado difícil, o Camboja hoje é um país muito seguro para os visitantes, que podem encontrar pequenos paraísos escondidos, como a ilha de Koh Rong.

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Todas as fotos © Remissa Mak




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