Empreendedorismo

Agora quem quer empreender na Nova Zelândia pode conseguir um visto especial

O governo da Nova Zelanândia acaba de lançar o programa de bolsas chamado Edmund Hillary Fellowship, voltado para investidores e empreendedores de diferentes países do mundo que tenham projetos que alterem o curso da humanidade por meio da resolução de problemas globais urgentes, independente do setor de atuação.

Os eleitos receberão um visto de três anos para aplicar suas ideias no país e caso o projeto seja bem sucedido, poderão ainda se candidatar para receber o visto permanente e viver por lá.

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Conforme declarou Yoseph Ayele, CEO da Edmund Hillary Fellowship, ao portal Exame.com, há uma base muito forte para o empreendedorismo na Nova Zelândia: “É muito fácil abrir e operar um negócio aqui: somos um dos países menos corruptos do mundo; temos boas relações comerciais e diplomáticas; formamos pessoas educadas, que vêm de universidades por todo o país; apresentamos diversas áreas de concentração de empreendedores; e é possível aproveitar tanto a infraestrutura governamental quanto privada para escalar seu projeto.”

A cada semestre, até 50 empreendedores de diferentes países e incluindo o Brasil serão convocados para a bolsa. Outro critério de seleção é a capacidade de empreender do indivíduo ou do grupo, ou seja, se possuem habilidades gerenciais e técnicas. E finalmente, se a Nova Zelândia pode realmente ajudar o candidato a tirar o seu negócio do papel.

É preciso, portanto, compreender e justificar o papel do país na realização do projeto, e não apenas se inscrever pela vontade de deixar o Brasil. As inscrições para a próxima turma encerram em 30 de abril de 2017. Mais informações aqui

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Fotos: Pixabay e Wiki Commons




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